EU NÃO GOSTO DE FILMES MUSICAIS

É isso mesmo que você leu. PAM PAM PAM…. Toca aquele meme da “marmota” dramática (clica aqui se você não sabe do que eu estou falando).

Eu, euzinha, Gabriela, Gabs, não gosto de filmes musicais com pessoas. Ou de números musicais em séries de TV. Bem específico, né? Eu sei. A reação das pessoas quase sempre é a mesma: uma mistura de choque e confusão. Até mesmo porque meu filme preferido da vida é um musical, porém, todo em animação. Aliás, fica a dica: O Estranho Mundo de Jack, lançado nos anos 90, baseado num poema do Tim Burton e que carrega diferentes significados e interpretações (a mais recente delas, vi no Tik Tok: esse filme é uma ótima analogia para explicar como funciona a apropriação cultural – clica aqui pra ver).

Voltando ao nosso assunto principal. De uma forma geral, filmes e seriados com números musicais constantes ou até mesmo aleatórios tendem a me incomodar e atrapalhar a minha experiência. Sim, eu sei, é tudo ficção e eu não deveria exigir tanta veracidade. E claro, há exceções, não é como se nenhum musical já produzido pela humanidade seja detestado por mim do fundo da minha alma. Por exemplo, eu amo Moulin Rouge e The Rocky Horror Picture Show, mas meus motivos vão muito além da presença ou não da música nessas obras.

Meu principal ponto, é que ao meu ver, o formato cinematográfico e televisivo não é o melhor para números musicais. Ainda mais quando as músicas nada agregam para o enredo ou condizem com o momento da série. Por exemplo: uma série nada musical, cujos assuntos abordados são tensos/macabros, simplesmente DO NADA tem um momento de música (quem assistiu, sabe de qual eu estou falando). Se fosse no teatro – local onde se espera música e dança – minha experiência com certeza seria bem diferente.

O que eu quero dizer com tudo isso? Nada, apenas expressar um gosto meu. Não vou tentar convencer ninguém do contrário e respeito muito quem gosta desse tipo de produto para entretenimento. A gente é livre pra gostar ou não do que quiser, e tá tudo bem. Se a maioria das pessoas entendesse esse conceito, de respeitar gostos pessoais que não interferem ou ofendem a vida de ninguém, com certeza, cada um de nós viveria com muito mais leveza e sem medo de julgamentos.

Por Gabriela Morilia
@gmorilia

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